As postagens são feitas por nossa Comissão Científica. Podem ser próprias, adaptadas, transcritas de teóricos ou de sites científicos com publicações de novos estudos, e, teem a finalidade de informar e esclarecer alguns transtornos mentais. Não é diagnóstico final, portanto, procure o seu profissional ou o nosso espaço para maiores esclarecimentos em N. I./RJ com hora marcada: tel- 2669-7562 ou 9644-87280


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Linguagem & DNA

O DNA HUMANO É UMA INTERNET BIOLÓGICA, e superior em muitos aspectos à nossa internet artificial. Pesquisas de cientistas russos explicam direta e indiretamente fenômenos como a clarividência, intuição, atos de cura espontâneos ou improváveis, técnicas de auto-cura, técnicas de afirmação, luzes/auras incomuns em volta das pessoas, influência da mente nos padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências SEM cortar e substituir um único gene.
Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”. Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não produz nada sem uma função específica, juntou-se a lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de “DNA lixo.” Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! De acordo com eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, segue as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para frases formulário e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras do jogo assim como nossas línguas. Línguas para humanos não aparecem por acaso, mas são um reflexo de nosso DNA inerente.
O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. [Para efeitos de concisão Vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo] O resultado foi: “. Cromossomas vivos funcionam como  computadores solitonicos / holográficos, usando a radiação laser endógena do DNA.” Isto significa, que conseguiram modular, por exemplo, certos padrões de frequência de raio laser e com isso influenciaram a frequência de DNA e, portanto, a própria informação genética. Uma vez que a estrutura básica dos pares de DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! Substância de DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro) sempre reagirá aos raios laser de linguagem moduladas e até às ondas de rádio, se as frequências apropriadas forem  usadas.
Isso explica cientificamente afinal porque  as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes únicos de cadeias de DNA e os inserem em outros lugares, os russos entusiasticamente trabalham em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências moduladas de rádio e de luz adequadas e assim reparar defeitos genéticos.
O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que, com este método, cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles inclusive capturaram padrões de informação de um DNA particular e o transmitiram para outro, assim reprogramando as células para outro genoma. Desta forma eles transformaram com sucesso, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra simplesmente transmitindo os padrões de informação de DNA! Desta forma a informação por inteiro foi transmitida sem nenhum dos efeitos colaterais ou desarmonias encontradas quando cortam e re-inserem genes únicos do DNA. Isso representa uma inacreditável revolução e sensação de transformação do mundo! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem em vez do procedimento de corte arcaico. Esta experiência aponta para o imenso poder das ondas genéticas, que obviamente têm uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas.
Místicos antigos, esotéricos e professores espirituais já sabiam há várias eras que nossos corpos são programáveis pela linguagem, palavras e pensamentos. Isso agora foi cientificamente provado e explicado. A freqüência, é claro, precisa ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. O indivíduo deve trabalhar nos processos internos e maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com seu próprio DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas sempre funcionará, desde que usem a freqüência correta.
Porém, quanto maior é o desenvolvimento da conciência de um indivíduo, menos ele precisa de qualquer tipo de artifício! Cada um pode alcançar estes resultados por si só, e a ciência pode finalmente parar de rir de tais idéias e confirmar e explicar seus resultados. E não termina por aí. Os cientistas russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões de perturbação no vácuo,com isso produzindo buracos-de-minhoca (Wormholes ) magnéticos!  Wormholes são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes Einstein-Rosen em proximidade com os buracos negros (deixados por estrelas que se apagam). São conexões de túnel entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais informações podem ser transmitidas fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e as passa para a nossa consciência. Este processo de hiper-comunicação é mais eficaz num estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem a efetividade da hiper comunicação e a informação pode ser totalmente distorcida e inútil.

Traduzido do BeforItsNews
 
http://beforeitsnews.com/alternative/2012/07/scientists-prove-dna-can-be-reprogrammed-by-words-and-frequenc

sexta-feira, 27 de junho de 2014

A NEGATIVA

        A maneira ela qual nossos pacientes apresentam suas associações durante o trabalho de análise fornece-nos oportunidade para realizar algumas observações interessantes. "Agora a senhora vai pensar que quero dizer algo insultante, mas realmente não tenho essa intenção". Compreendemos que isso é um repúdio, por projeção, de uma idéia que acaba de ocorrer.  "A senhora pergunta quem pode ser essa pessoa no sonho. Não é minha mãe". Emendamos isso para: "Então, é a mãe dele". Em nossa interpretação, tomamos a liberdade de desprezar a negativa e de escolher apenas o tema geral da associação. É como se o paciente tivesse dito: " É verdade que minha mãe veio à lembrança quando pensei nessa pessoa, porém não estou inclinado a permitir que essa associação entre em consideração".
            A negativa constitui um modo de tomar conhecimento do que está reprimido: com efeito, já é uma suspensão da repressão, embora não, naturalmente, uma aceitação do que está reprimido. Freud já dizia que: Podemos ver como, aqui, a função intelectual está separada do processo afetivo. Com o auxílio da repressão apenas uma consequência do processo de repressão é desfeita, ou seja, o fato de o conteúdo ideativo daquilo que está reprimido não atingir a consciência. O resultado disto é uma espécie de aceitação intelectual do reprimido, ao passo que simultâneamente persiste o que é essencial à repressão.
             Não há prova mais contundente de que fomos bem sucedidos em nosso esforço de revelar o inconsciente, do que o momento em que o paciente reage a ele com as palavras "Não pensei isso" ou "Não pensei (sequer) nisso".

segunda-feira, 2 de junho de 2014

MESTRE

        E, nossa Coordenadora Científica, Jane Sabinode Oliveira detém agora o Título de MESTRE EM PSICANÁLISE, defendendo a Dissertação Monográfica: Esquizofrenia em uma nova abordagem clínica e diagnóstica, pela Sociedade Internacional de Psianálise de São Paulo em 6 de maio de 2014. Ela agora diz: "Feliz, porque hoje tenho mais conhecimento para continuar analisando aqueles que me procuram e confiam em mim. Defendi a tese descrita porque considero A esquizofrenia uma das doenças mais difícieis para a Psicologia, para a Psicanálise e para a Psiquiatria. A doença causa muito sofrimento ao paciente e as pessoas ao seu redor, onde acabam todos se tornando vitimas da doença, que também é causa de preconceito. Sua Epidemiologia chega a 0,9 por 1000 pacientes. De forma clara, os conceitos modernos do manejo da esquizofrenia incluem medidas psicossociais e reabilitativas. Embora a farmacoterapia ainda seja a espinha dorsal de tratamento, ela deve sempre vir embutida em procedimentos de tratamento integrados, que incluem todos os níveis de intervenção". E finaliza: O Título saiu em 6 de maio, dia Mundial do Psicanalista, considerado assim porque foi o dia da morte do Grande Freud. Não é interessante?".

domingo, 25 de maio de 2014

Alzheimer

Em 1906 o alemão Alois Alzheimer descreve pela primeira vez, com base numa necrópsia de cérebro, as placas extracelulares e os emaranhamentos nos neurônios que caracterizou a doença.Descobertas recentes revelam que transformações anatômicas começam a aparecer no cérebro de pessoas com a demência muito antes do que cientistas pensavam até há pouco tempo: As alterações surgem de 10 a 15 anos antes dos sintomas. O Estudo foi publicado no periódico Neuron no ano passado, e foi possível graças a um indicador químico inofensivo que injetado na corrente sanguínea, se acumula exclusivamente nos "emaranhados" de proteínas que se acumulam no cérebro de pessoas com a doença. A luz fluorescente do composto é captada pela tomografia por emissão de pósitron (PET) e revela exatamente onde estão os pontos comprometidos. O marcador permanece no organismo algumas horas e depois é expelido. O pesquisador Makoto Higuchi, do Instituto Nacional de Ciências Radiológicas em Chiba, no Japão, chefe da equipe que desenvolveu o novo marcador, diz que os exames cerebrais prelimirares de treis pessoas já oferecem novas pistas: os emaranhados se acumulam primeiro no hipocampo (o centro da memória) quando as placas de beta-amiloide já são generalizadas. Vão matando os neurônios, o que deflagra mudanças comportamentais. Hoje a doença atinge 35 milhões de pessoas no planeta, e, com a expectativa de vida aumentando, esse número deve aumentar, afirma a revista mente e cérebro desse mês. O tratamento ainda é muito falho, mas deve-se iniciar com a dieta mediterrânea, que é a base de gorduras saudáveis, frutas e vegetais, exercícios aeróbicos e dedicar-se a jogos cerebrais.A medicação sofreu por isso pouca diferenciação: Classe de droga- inibidora da acetilcolinesterase (uma enzima) para aumentar os níveis de quimioacetilcolina no cérebro. A Acetilcolina extra faz melhorar a cognição, ânimo e comportamento- e assim promove melhor funcionamento diário.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Análise de uma mente - Freud (Dublado com legenda)

Comunicado

Participando aos nossos amigos e também a pacientes que nova colega faz parte da Equipe de Psicanalistas mente sana. É a Dr.ª Éllen Lopes Sias - psicóloga clínica, que atende a adolescentes e adultos todas as 6ªs feiras a partir das 13h em nosso espaço de saúde mental. É uma entusiasta da saúde mental e agora na nossa equipe. Muito bom!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

DROGAS E REABILITAÇÃO


O processo de reabilitação é extremamente sério e deve ser abordado com muita cautela e critério, pois “Não existe ciência sem consciência, e não se pode lutar contra a droga quando se tem uma visão mecanicista do problema e quando a gente não interroga a respeito das motivações dos que se tornam usuários” (OLIEVENSTEIN, 1982, p. 06).
Pesquisas indicam que a grande maioria dos dependentes químicos começa o uso na adolescência, que segundo estudiosos, nesta fase do desenvolvimento, esses adolescentes, em busca de sua identidade, estão mais sujeitos a frustrações e também mais suscetíveis a influências e quando não solucionado nesta fase tende a continuar quando adulto, que usam do vício para suprir necessidades afetivas ou fugir dos problemas e das responsabilidades que esta nova fase apresenta.
O consumo de drogas tende a aumentar cada vez mais para satisfazer as necessidades levando o dependente químico à autodestruição, a destruição da família e de todos que vivem ao seu redor, passando a controlar esse dependente, que deixa de cumprir sua rotina atual e sem condições de manter o vício, começa a praticar furtos dentro e fora da própria casa.
       Segundo Bucher (1998, p. 78), “quando o drogado se decide por procurar uma ajuda terapêutica, pode-se presumir que a sua motivação contenha um desejo de mudança e de libertação das drogas”, pois sabemos que não é um processo fácil, como nos apresentam Papalia, Olds e Feldman (2010, p.397) “alguns jovens têm dificuldade em lidar com tantas mudanças de uma vez e talvez precisem de ajuda para vencer os perigos ao longo do caminho”.
       Sendo assim, quando o dependente químico decide procurar por ajuda, chega ao local de reabilitação com seu estado emocional bem debilitado, tendo como características: a irritabilidade, agressividade, mentiras, diminuição dos cuidados básicos até mesmo de higiene, incluindo, perda de valores, depressão, síndrome do pânico, esquizofrenia, entre outras, precisando neste momento de toda atenção e acolhimento.

     O tratamento psicoterapêutico + tratamento psiquiátrico é fundamental para a reabilitação. Sozinho com a família não será possível.